Abstract
Objetivo: identificar se familiares de pacientes com hanseníase, tratados em hospitais colônia, eram atingidos pelo preconceito, estigma e exclusão que permeava a vida dos doentes. Método: estudo qualitativo, com uso da história oral temática, realizado com 10 familiares de ex-doentes de hanseníase segregados no Hospital Colônia São Francisco de Assis, de ambos os sexos, e idade de 44 a 76 anos. A coleta de dados ocorreu em Natal, entre junho e julho de 2014. Entrevistas foram realizadas, gravadas, transcritas e submetidas à análise temática de conteúdo. O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, CAAE 25922214.3.0000.5537. Utilizou-se instrumento de identificação da rede e perguntas abertas. Resultados: dois eixos temáticos - estigma e preconceito e exclusão social desvelam a influência da hanseníase no estabelecimento de relações sociais. Conclusão: os resultados apontam para os empecilhos nas relações vivenciadas pelos familiares de ex-doentes de lepra.
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Pinheiro, M. G. C., & Simpson, C. A. (2017). Preconceito, estigma e exclusão social: trajetória de familiares influenciada pelo tratamento asilar da hanseníase [Prejudice, stigma and exclusion: relatives’ lives affected by asylum-based treatment of leprosy]. Revista Enfermagem UERJ, 25(0). https://doi.org/10.12957/reuerj.2017.13332
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