Abstract
Objetivo: destacar os riscos e vulnerabilidades aos quais os motoboys estão submetidos em razão da profissão, no período da pandemia da COVID-19. Metódo: artigo de revisão de literatura circustanciado pela reflexão mediante análise de artigos científicos presentes na SciELO e PubMed, legislações e boletins epidemiológicos do Ministério da Saúde do Brasil entre maio/junho de 2020. Resultado: cerca de 17 milhões de trabalhadores motoboys possuem renda advinda dos aplicativos de entrega rápida. Esse tipo de trabalho caracteriza-se cada vez mais como alternativa para o desemprego em um mercado exigente, razão pela qual ocorre a desvalorização desta atividade. No contexto da COVID-19, o serviço de delivery cresceu exponencialmente, tornando indispensável o trabalho dos motociclistas frente aos riscos de contaminação pela crescente pandemia. Conclusão: a precarização das condições de trabalho e a terceirização do ofício dos motoboys se agravaram significativamente no atual contexto, juntamente com os riscos de transmissão e contaminação pela COVID-19.
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Pereira da Silva, F., Pinto de Oliveira, F., Amaral Shizue Suassuna, L., Leite de Menezes, M., Guerra de Brito Oliveira Lima, R., & Souto Silva, C. C. (2021). Riscos e vulnerabilidades dos trabalhadores motociclistas durante a pandemia da COVID-19 no Brasil. Saúde Coletiva (Barueri), 11(61), 4798–4807. https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2021v11i61p4798-4807
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