Abstract
Este artigo mostra como, desde sua emergência histórica, a psicoterapia de base fenomenológico-existencial tem como preocupação central a compreensão da existência concreta, em oposição as explicações teóricas abstratas de inspiração científico natural. Como consequência, a relação terapêutica jamais se reduz a um encontro técnico entre especialista e cliente, enquanto subjetividades isoladas, mas deve ser vista como a dimensão mais essencial da clínica e elaborada tematicamente como um modo específico de encontro existencial, fundado, enquanto possibilidade ôntica, na estrutura existencial-ontológica denominada por Heidegger como “ser-no-mundo-com-o-outro”.
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Lessa, J. M., & Sá, R. N. de. (2012). A relação psicoterapêutica na abordagem fenomenológico-existencial. Análise Psicológica, 24(3), 393–397. https://doi.org/10.14417/ap.179
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