Abstract
A criação e a comercialização de softwares de edição de imagens permitiu que pessoas comuns pudessem realizar qualquer tipo de manipulação em imagens digitais. Em um cenário judicial, em que autenticidade e integridade dos dados são cruciais, se faz necessário técnicas que permitam garantir tais atributos. A análise forense em imagens digitais busca, através de métodos computacionais científicos, reconhecer a presença ou ausência desses atributos. O presente trabalho apresenta um método de reconhecimento de adulteração em imagens com e sem compressão JPEG. Esse método baseia-se em técnicas de análise de inconsistência do BAG (Block Artifact Grid) e do Padrão CFA (Color Filter Array) da imagem que é gerada a partir de técnicas de adulteração, tais como composição e clonagem. Os testes foram realizados em 960 imagens, utilizando as taxas de acurácia, sensibilidade, especificidade e precisão como métricas para a avaliação da efetividade do método.
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Cunha, L. M. da, Andrade e Silva, A. G. de, Do Rêgo, T. G., & Batista, L. V. (2017). Abordagem passiva para reconhecimento de adulterações em imagens digitais através da análise do padrão CFA e do BAG. Revista Brasileira de Computação Aplicada, 9(3), 17. https://doi.org/10.5335/rbca.v9i3.6098
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