Abstract
Será o computador capaz de simular capacidades dos seres vivos, como de comunicação, de processar signos, de aprendizado, de possuir comportamento orientado a um propósito, de auto-reprodução, de adaptabilidade e autopreservação, de iniciativa e autonomia? Dos autômatos celulares às criaturas, os recursos computacionais nos oferecem hoje formas sistêmicas para simular a vida. Artistas vêm desen- volvendo trabalhos poéticos utilizando estes recursos e aqui alguns serão apresentados e analisados na tentativa de absorver um estado emergente da arte, denominado ‘generative art’ ou, ainda, arte evolutiva, que afeta nossa relação de interação e reação e, conseqüentemente, causará efeitos em nossa percepção e sentidos.
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Laurentiz, S. (2003). Processos computacionais evolutivos na arte. ARS (São Paulo), 1(2), 45–55. https://doi.org/10.1590/s1678-53202003000200004
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