Abstract
O facto de no Voleibol não serem permitidas nem a queda da bola no solo, nem a acção de a agarrar, alicerçado na imposição de um limite máximo de três toques por jogada, confere à exe- cução correcta das habilidades (eficiência) um papel de desta- que na obtenção de sucesso (eficácia). Assim, as características assumidas pelas tarefas sem deixarem de atender à estrutura funcional do jogo, devem incidir na qualidade de execução das habilidades. O objectivo deste estudo foi o de determinar o grau de dependência funcional da eficácia em relação à eficiên- cia, do passe em suspensão (ataque) e manchete (defesa) em tarefas de complexidade distinta. A amostra foi constituída por 21 jogadoras do escalão de iniciados feminino (13 e 14 anos). Para as duas habilidades técnicas analisaram-se 1680 respostas motoras em dois 2 momentos de avaliação, com um intervalo de dois meses. Para a análise do grau de dependência funcional das medidas de eficácia em relação às de eficiência recorreu-se à regressão múltipla a partir do processo de “Forward Stepwise”. O estudo mostrou que nem todos os indicadores da eficiência assumem o mesmo valor explicativo na variância dos resultados da eficácia e que as exigências das tarefas interferem no tipo de relação estabelecida entre ambas.
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Mesquita, I., Marques, A., & Maia, J. (2001). A relação entre a eficiência e a eficácia no domínio das habilidades técnicas em Voleibol. Revista Portuguesa de Ciências Do Desporto, 2001(3), 33–39. https://doi.org/10.5628/rpcd.01.03.33
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