Abstract
Em pequenas e médias empresas, a estrutura de propriedade concentrada em poucos sócios dificulta a análise da qualidade da governança corporativa por parte de investidores e stakeholders. Este estudo apresenta uma perspectiva ainda pouco utilizada para este fim: utilizando-se o modelo de Gubita e Gianechini (2002), a governança dessas empresas pode ser classificada em aberta ou fechada, conforme o grau em que há membros independentes (conselheiros, gestores profissionalizados, consultores) que apóiam os sócios na tomada de decisões. Foi feito um levantamento com 41 MPEs brasileiras. Os resultados mostraram que as empresas com governança aberta são mais proativas com relação à internacionalização do que as que tem governança fechada.
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Domingues, L. M., Muritiba, P. M., & Muritiba, S. N. (2016). BOA GOVERNANÇA CORPORATIVA EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS LEVA À INTERNACIONALIZAÇÃO? Contextus – Revista Contemporânea de Economia e Gestão, 14(3), 53–78. https://doi.org/10.19094/contextus.v14i3.831
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