Abstract
Os autores propõem procedimentos para estabelecer o controle de qualidade da própolis. Para tanto, foram adaptadas e executadas técnicas farmacopéicas e/ou desenvolvidas técnicas novas. Foram estabelecidos perfis dos teores de flavonóides, de ceras, de substâncias voláteis totais (através da perda por dessecação) e de cinzas totais. Os valores obtidos para as amostras de própolis estudadas, coletadas em um apiário-escola, foram comparados com os de própolis adquiridas no mercado. Foi estabelecido, ainda, o perfil destes parâmetros para amostras de própolis coletadas nos diferentes locais da colméla, no periodo de três anos, com coletas de inverno e verão. Os teores de flavonóides variaram entre 2,05 - 5,52%.
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Franco, S. L., Bruschi, M. L., Moura, L. P. P., & Bueno, J. H. F. (2000). Avaliação farmacognóstica da própolis da região de Maringá. Revista Brasileira de Farmacognosia, 9–10(1). https://doi.org/10.1590/s0102-695x2000000100001
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