Abstract
A historiografia da arte brasileira se dedicou a estudar dois momentos que definiram ahistória da arte brasileira e tiveram Minas Gerais como palco: a arte colonial mineira e omovimento modernista na década de 1940, que resultou na construção do Complexo daPampulha e na vinda de Alberto da Veiga Guignard para fundar uma escola de artes.Apesar de negligenciado pela historiografia, esse período lacunar da transição econstrução da nova capital mineira contou com a produção de inúmeros artistasrelevantes, como o caso exemplar de Honório Esteves. De origem simples, conseguiu aindana infância estudar desenho, tendo sido contemplado com uma bolsa do Governo deMinas para estudar na Academia de Belas Artes. Para além do ofício da pintura, foi inventor,restaurador, cronista. Preocupado com a preservação dos monumentos históricos,representou o Curral Del Rey antes de sua destruição para construção da nova capital: BeloHorizonte. O presente artigo baseia-se na metodologia da história da arte, considerandoseus aspectos formais, semânticos e sociais
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Vivas, R. (2022). Honório Esteves. PÓS: Revista Do Programa de Pós-Graduação Em Artes Da EBA/UFMG, 12(26), 153–171. https://doi.org/10.35699/2237-5864.2022.40235
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