Abstract
Luiz aLberto PiLatti doutor eM eduCação FísiCa PeLa uniCaMP ProFessor da universidade teCnoLóGiCa FederaL do Paraná, CaMPus Ponta Grossa Introdução O trabalho tal qual foi concebido nos primórdios da Revolução Industrial apresenta alto custo humano. Nem mesmo os benefícios proporcionados à socieda-de tornaram esse custo aceitável. As organizações, gradual-mente, foram impelidas a buscar esquemas de trabalho que produzissem resultados efetivos do ponto de vista humano, aliados com a alta eficiência. A Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) representou um avanço em relação à gerência científica, focalizada na es-pecialização e eficiência na execução de tarefas restritas. A produção de ambiente de trabalho mais humanizado para o trabalhador está sendo conformada com o atendimento tan-to de suas aspirações mais altas quanto as suas necessidades básicas (Davis; Newstrom, 2004). O ponto distintivo da QVT é a ênfase no enriquecimen-to do trabalho, que consiste na substituição das tarefas com 52 baixo grau de complexidade por outras com grau mais ele-vado, produzindo o crescimento individual do trabalhador e proporcionando-lhe desafio e satisfação profissional (Herz-berg, 1968). Avaliar as possibilidades das organizações produzirem QVT aos seus trabalhadores, tendo como modelo de análise a Teoria dos Dois Fatores de Frederick Herzberg, é o intento do presente capítulo.
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Pilatti, L. A. (2012). Qualidade de Vida no Trabalho e teoria dos dois fatores de Herzberg: possibilidades-limite das organizações. Revista Brasileira de Qualidade de Vida, 4(1). https://doi.org/10.3895/s2175-08582012000100003
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