Abstract
A singularidade do trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS) como mediador do acesso a direitos sociais na região em que vive pode levar a sobrecarga física e mental. O objetivo deste trabalho foi analisar a Qualidade de Vida no Trabalho dos ACS que atuavam no município de Lagarto, Sergipe. Trata-se de um estudo transversal com ACS com pelo menos um ano de atuação na função no município, abordando Qualidade de Vida no Trabalho pelo modelo de Walton e aspectos socioeconômicos. Os dados foram digitados e a análise estatística descrita foi realizada utilizando o EPi Info, versão 6.0 d. A maioria dos entrevistados era do sexo feminino (77,5%), com ensino médio completo (68,3%), residindo na área de abrangência da unidade (82,5%). Estavam insatisfeitos ou muito insatisfeitos com o salário, benefícios extras, distribuição dos Equipamentos de Proteção Individual, oportunidade de crescimento profissional, treinamentos e respeito aos direitos do trabalhador. Por outro lado, estavam satisfeitos ou muito satisfeitos com a importância do trabalho, relacionamento com colegas e chefes, comprometimento com o trabalho, respeito à individualidade e relevância social. Espera-se que o estudo subsidie ações destinadas à melhoria das condições de vida e trabalho desses trabalhadores.
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Aguiar, R. G. de, Viana, R. R. F., Silveira, N. A., Brito, G. D. C., & Carvalho, A. A. (2019). QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE. CADERNOS DE EDUCAÇÃO, SAÚDE E FISIOTERAPIA, 5(9), 42–51. https://doi.org/10.18310/2358-8306.v5n9.p42
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