Abstract
Introdução: O Treinamento de Força (TF) vem sendo muito utilizado em função dos benefícios proporcionados aos praticantes, além de apresentarem uma variedade de métodos com diferentes finalidades. Objetivo: Comparar o efeito dos métodos pirâmide crescente e decrescente sobre o número total de repetições máximas (RM) produzidas em três séries no exercício flexora sentada em uma sessão de treinamento de força (TF). Metodologia: Participaram 10 mulheres jovens (24,5 ± 8,5 anos; 53,9 ± 14,1 Kg; 158 ± 7 cm), com prática em TF de no mínimo seis meses. Os dados foram obtidos em quatro dias não consecutivos ao longo de duas semanas: Para a pirâmide crescente foram adotadas três séries com intensidades de 70%, 80% e 90% da carga de 1RM, e para a pirâmide decrescente a ordem das intensidades foi inversa, sendo o intervalo entre as séries de três minutos. Para analisar a diferença entre os métodos utilizou-se o teste t student com critério de significância de 5%. Resultados: Não foram encontradas diferenças significativas entre o número total de RM realizadas nos dois protocolos experimentais, no entanto para as intensidades de 90% e 80% foram realizadas um maior número de RM no protocolo de pirâmide decrescente. Já na pirâmide crescente houve maior número de RM na intensidade de 70% em relação à mesma intensidade no método pirâmide decrescente. Conclusão: O método pirâmide decrescente seria proveitoso para adaptação na transição de treinos tensionais para metabólicos e quando o treino for com aumento progressivo de volume da carga, a pirâmide crescente se fez mais eficaz.
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Assunção, L. V., Rodrigues Júnior, J. F. C., Nunes, I. F., & Orsano, V. S. M. (2016). EFEITOS DOS MÉTODOS PIRÂMIDE CRESCENTE E DECRESCENTE NO NÚMERO DE REPETIÇÕES DO TREINAMENTO DE FORÇA EM MULHERES JOVENS. Revista Contexto & Saúde, 16(31), 186. https://doi.org/10.21527/2176-7114.2016.31.186-195
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