Abstract
O objetivo deste artigo é refletir sobre o problema da língua portuguesa na obra de Luandino Vieira e Mia Couto, sobretudo no que diz respeito à presença da oralidade. A partir das posições da Alfredo Margarido e Eduardo Lourenço acerca da lusofonia e de seus desdobramentos, isto é, o uso simbólico e político da língua portuguesa fora da Metrópole, destacaremos que o projeto literário dos escritores angolano e moçambicano divergem quanto às estratégias de incorporação da oralidade em seus textos ficcionais.
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Martins, A. M. (2017). A outra margem. Em Tese, 22(3), 284–293. https://doi.org/10.17851/1982-0739.22.3.284-293
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