As raízes de uma planta que hoje é o Brasil: os índios e o Estado-Nação na era Vargas

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Este artigo examina a construção do Índio por funcionários e intelectuais durante o Estado Novo (1937-1945) e os esforços de povos indígenas para empregar essas imagens. Funcionários do Estado - preocupados com unificação nacional, defesa territorial e configuração racial - sustentaram o Índio como um ícone que trouxe contribuições inestimáveis à formação histórica e cultural brasileira. O proto-patriota, entretanto, só pôde ser completamente redimido pela tutela governamental. Confrontados com um projeto estatal ambigüo, grupos indígenas deram várias respostas.This article looks at the construction of the Indian by government officials and intellectuals during the Estado Novo (1937-45), and the efforts of indigenous peoples to engage these images. State officials - concerned with national consolidation, territorial defense, and racial pedigree - upheld the Indian as na icon who had made invaluable contributions to Brazilian historical and cultural formation. The proto-patriot, however, could only be fully redeemed through government tutelage. Confronted by na ambiguos state project, indigenous groups demonstrated varied responses.

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Garfield, S. (2000). As raízes de uma planta que hoje é o Brasil: os índios e o Estado-Nação na era Vargas. Revista Brasileira de História, 20(39), 13–36. https://doi.org/10.1590/s0102-01882000000100002

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