Abstract
Dados de investigações familiares, de estudos com gêmeos e da genômica do Mycobacterium leprae, bem como observações sobre a epidemiologia da hanseníase, têm apontado a importância da genética humana como determinante do curso da doença desde a resistência à dicotomia imunológica que definem os pólos tuberculóide e virchowiano. Nesse contexto, estudos de varredura genômica e de associação têm apontado algumas regiões genômicas cujas variações são candidatas a fatores de risco para a doença. Entretanto, as associações já descritas são discretas e não se replicam em todos os estudos, o que evidencia a distinção entre os fatores de risco para diferentes populações, além de divergências nos desenhos destes estudos, como causadores destas controvérsias. Assim, esta revisão tem o propósito de compilação dos dados já descritos para as diversas regiões genômicas humanas que devem participar do controle genético da hanseníase.
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Souza, V. N. B. de, & Pereira, A. C. (2007). Genética humana na susceptibilidade à hanseníase. Hansenologia Internationalis: Hanseníase e Outras Doenças Infecciosas, 32(1), 81–93. https://doi.org/10.47878/hi.2007.v32.35199
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