Abstract
Neste artigo objetivou-se trazer para o debate algumas práticas pedagógicas e referenciais que contemplam a educação especial e inclusiva. Utilizou-se como método a pesquisa bibliográfica, onde se destacou alguns documentos que preconizam tal modelo de educação. Há necessidade que a formação do educador deva ser contínua e que ele flexibilize as formas de trabalhar o currículo direcionando o foco para a aprendizagem, evitando o ensino segregado. A heterogeneidade dos que atuam na educação especial só será possível se todos focarem no mesmo objetivo. Educação inclusiva é o processo de inclusão dos alunos com necessidades especiais, da pré-escola ao ensino superior. Escola inclusiva é aquela onde não existem campos demarcados, é preciso escapar dessa dicotomia, pois todos os educandos fazem parte da escola. Como considerações finais, observou- se que há uma grande discussão sobre a educação dos alunos com necessidades especiais e que assim como as outras crianças, os especiais também são capazes de superar as barreiras das próprias limitações. Existe a necessidade da redefinição dos modelos das práticas pedagógicas e que a uniformidade destas práticas sirva apenas para legitimar a discriminação e negar um público existente. Diante do que foi abordado, Mantoan (2003) apresenta algumas reflexões.
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Silva Filho, R. B. da, & Barbosa, E. D. S. C. (2015). Educação Especial: da prática pedagógica à perspectiva da inclusão. Educação Por Escrito, 6(2), 353. https://doi.org/10.15448/2179-8435.2015.2.20575
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