Abstract
O consumo de flúor presente em águas superficiais e subterrâneas é umaprática comum em diversos países. Além de abordar a temática controversaquanto ao consumo do flúor, este artigo apresenta um estudo de caso deavaliação de risco à saúde humana pelo consumo de águas fluoretadas,provenientes do Parque de Águas Minerais, localizado na região Centro-Suldo Estado do Rio de Janeiro. As concentrações de flúor foram medidas entreoutubro de 2014 e agosto de 2015 em três poços de água mineral e emseus respectivos fontanários, sendo as fontes denominadas popularmentede Fonte Alcalina Terrosa Cálcica, Alcalina Terrosa Ferruginosa e AlcalinaTerrosa Magnesiana. Foi avaliada a possibilidade de haver riscos para odesenvolvimento de fluoroses e aumento de fraturas ósseas nas populaçõesconsumidoras. Esta pesquisa modelou a ingestão diária dessas águascom flúor por receptores residenciais dos tipos: bebês, infantes, crianças,adolescentes e adultos. Foi constatado que os grupos de bebês e infantespodem estar mais sujeitos a riscos crônicos para o desenvolvimento defluorose dentária na fonte de água mineral Alcalina Terrosa Magnesiana.Recomenda-se que a água mineral dessa fonte não seja consumida pelosgrupos de crianças.
Cite
CITATION STYLE
Alves, I. F. D. da C., Silva Filho, E. V. da, Marques, E. D., Kütter, V. T., Oliveira, D. N. de, Silva, C. R., & Gomes, O. V. de O. (2017). RISCOS DE INGESTÃO DE FLÚOR: ESTUDO DE CASO PARA ÁGUA MINERAL DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Revista Brasileira de Ciências Ambientais, (46), 60–74. https://doi.org/10.5327/z2176-947820170225
Register to see more suggestions
Mendeley helps you to discover research relevant for your work.