Abstract
As ideias contidas neste artigo se desdobram da hipótese segundo a qual a propriedade privada da riqueza, em sua várias formas, está no fundamento da produção do espaço urbano. A propriedade aparece, neste momento do processo histórico, como abstrata. Nesta condição a propriedade domina as relações sociais que se realizam, concretamente, num espaço marcado pela segregação e vivida como a negação da cidade. Esses elementos iluminam as lutas entorno do direto à cidade.
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Carlos, A. F. A. (2020). Segregação socioespacial e o “Direito à Cidade.” GEOUSP Espaço e Tempo (Online), 24(3), 412–424. https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2020.177180
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