A poesia: estratégias para experimentar e fruir em sala de aula

  • Koscianski da Silveira R
  • Debus E
  • Fraga de Azevedo F
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Abstract

A poesia é intrínseca ao homem. Na sua origem histórica, o termo poesia provém da palavra grega poiein, que significa fazer. Desde uma idade precoce a criança manifesta um fascínio pelos jogos de linguagem e pela sua vertente sonora e rítmica. Quanto mais cedo meninos e meninas encontram-se e interagem com essa forma de linguagem, maiores são o grau de familiaridade e as possibilidades de se estabelecer uma relação prazerosa e fecunda entre ambos. O papel da escola consiste em promover e potencializar o encontro “poesia e criança”. O presente texto objetiva, de modo geral, ampliar a reflexão acerca da presença da poesia na escola; e, especificamente, dialogar sobre as estratégias que possibilitam experimentar e fruir a poesia no chão da sala de aula, partindo da interlocução com diferentes pesquisadores da temática. Esse estudo vai também à escola, no contexto português, para estabelecer um diálogo com os docentes que atuam nos anos iniciais do Ensino Básico sobre: o modo de inserção da poesia neste espaço-tempo; a frequência com que o texto poético transita na sala de aula; e, principalmente, para buscar destes mediadores o compartilhamento de suas experiências reais de trabalho com o texto poético. Destacamos a relevância de as estratégias de trabalho com o texto poético se tornarem presentes na formação inicial e continuada dos professores. Nossa reflexão aponta num sentido propositivo, buscando enfatizar as estratégias que possibilitam experimentar, fruir e criar poesia no chão da sala de aula e cujo trato empírico leva em conta os aspectos estético, linguístico e literário que consubstanciam esta forma de linguagem.

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Koscianski da Silveira, R. D. F., Debus, E. S. D., & Fraga de Azevedo, F. J. (2018). A poesia: estratégias para experimentar e fruir em sala de aula. Reflexão e Ação, 26(2), 86–100. https://doi.org/10.17058/rea.v26i2.11601

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