Abstract
Na busca por novos materiais, percebeu-se que existe uma imensa variedade em matérias-primas na natureza e que vários produtos também podem ser sintetizados pelo homem a partir de insumos naturais. Nesse contexto, pesquisas apostam na substituição dos plásticos convencionais por plásticos biodegradáveis que atendam às exigências das indústrias. A ampla utilização de polímeros convencionais em uma grande diversidade de produtos, lembrando que a sua decomposição alongase de 100 a 500 anos, aumenta o nível de resíduos que agridem o meio ambiente, enquanto o plástico biodegradável possui degradação mais rápida. Vem crescendo a preocupação com o descarte de materiais no meio ambiente, e os polímeros biodegradáveis vêm ganhando atenção por serem facilmente degradados na natureza e também por serem produzidos a partir de fontes renováveis. Aproveitando que o amido, a gelatina e outras fontes naturais podem sofrer modificações, bem como podem ser usadas como substitutas aos polímeros convencionais, a partir de recursos renováveis de baixo custo. Por essas características, blendas formadas por amido e gelatina se destacam como alternativa de material biodegradável, quando comparado a outros polímeros biodegradáveis sintéticos ou naturais, principalmente pelo baixo custo de produção. Para alcançar a sustentabilidade, é fundamental para o futuro da sociedade buscar alternativas de materiais que substituam os plásticos convencionais. Por isso, os polímeros biodegradáveis formados por amido e gelatina são uma opção de material viável e deve crescer no mercado de polímeros.
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Silva, F. A. da, & Rabelo, D. (2017). O Uso Sustentável de Polímeros. Revista Processos Químicos, 11(21), 9–16. https://doi.org/10.19142/rpq.v11i21.387
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