Abstract
Este estudo objetiva verificar as relações entre as práticas de controle gerencial e inovação adotadas pelas empresas vinculadas ao Porto Digital. Foram obtidos 30 questionários válidos na pesquisa, objetivando identificar há relação entre as características da empresa e inovação (hipótese 1), concluindo-se que as empresas que prestam contas aos sócios tendem a não investir em inovação, sugerindo que talvez haja uma preocupação de curto prazo com o resultado da empresa. O estudo também analisou outras duas hipóteses, indicando que algumas práticas gerenciais tradicionais estão associadas a existência de P&D (rejeitando a hipótese 2, ex.: orçamento e avaliação de desempenho), e não evidenciando significância entre práticas contemporâneas e P&D (hipótese 3). A fim de encontrar outras proxies para inovação e constatação da diferença entre práticas gerenciais tradicionais e contemporâneas, foi utilizada a análise fatorial. Verificou-se associação positiva entre uso de técnicas mais avançadas e gestão de pessoas mais permissiva rejeitando a ideia de restrições advindos do controle interferindo na gestão de pessoas. Adicionalmente, verificou-se que a flexibilização do horário dos funcionários não é considerada uma prática que proporciona inovação e também não costuma ser praticada mesmo por aquelas empresas que se dizem mais inovadoras.
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Dantas, I. C., Araújo, J. G. de, Silva, L. V. B. da, & Lagioia, U. C. T. (2018). Práticas gerenciais e inovação: um estudo em empresas do porto digital do Recife (PE). Revista Contemporânea de Contabilidade, 15(35), 48–68. https://doi.org/10.5007/2175-8069.2018v15n35p48
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