Pressões respiratórias máximas: valores encontrados e preditos em indivíduos saudáveis

  • Parreira V
  • França D
  • Zampa C
  • et al.
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Abstract

Comparar os valores encontrados de pressões respiratórias máximas (pressão inspiratória máxima-PImáx e pressão expiratória máxima-PEmáx) em uma amostra de indivíduos saudáveis de Minas Gerais com valores preditos pelas equações propostas por Neder et al.3 . Métodos: Por meio de um manovacuômetro analógico, foram estudados 100 indivíduos saudáveis (54 mulheres, 46 homens), com idade entre 20-80 anos, recrutados no estado de Minas Gerais - Brasil. A análise estatística foi realizada com testes paramétricos ou não-paramétricos, dependendo da distribuição das variáveis, considerando significativo p< 0,05. Resultados: PImáx em mulheres: a média dos valores encontrados foi significativamente menor que a média dos preditos (68,24 29,48 x 86,53 8,76; p= 0,000) e houve correlação de moderada magnitude e significativa (r= 0,557; p< 0,000); PImáx em homens: não houve diferença significativa entre os valores encontrados e preditos (104,67 42,66 x 116,78 14,02; p= 0,055) e houve correlação de baixa magnitude e não significativa (r= 0,236; p= 0,115); PEmáx em mulheres: não houve diferença significativa entre os valores encontrados e preditos (80,37 33,32 x 85,88 10,90; p= 0,164) e houve correlação de baixa magnitude e não significativa (r= 0,149; p= 0,283); PEmáx em homens: a média dos valores encontrados foi significativamente maior que a média dos preditos (142,28 43,89 x 126,30 14,19; p= 0,017) e houve correlação não significativa de baixa magnitude (r= 0,159; p= 0,290). Conclusão: Considerando que para haver concordância entre os valores encontrados e preditos é preciso não haver diferença e haver correlação entre os valores, as equações propostas por Neder et al.3 não foram capazes de predizer os valores de PImáx e PEmáx na população estudada.

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Parreira, V., França, D., Zampa, C., Fonseca, M., Tomich, G., & Britto, R. (2007). Pressões respiratórias máximas: valores encontrados e preditos em indivíduos saudáveis. Revista Brasileira de Fisioterapia, 11(5), 361–368. https://doi.org/10.1590/s1413-35552007000500006

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