Abstract
avaliar a sobrecarga objetiva e subjetiva de familiares cuidadores de criança com transtorno do espectro autista. Método: estudo descritivo-correlacional, quantitativo, transversal e com amostragem não probabilística, em bola de neve. Critérios de inclusão: ser cuidador informal de descendente com TEA; ter entre 2 a 18 anos de idade; saber ler e/ou escrever; não ser portador de deficiência cognitiva. Para a coleta de dados foi utilizado um questionário sociodemográfico e a Escala da Sobrecarga do Cuidador. A análise foi efetuada através do programa SPSS 25.0. Resultados: o estudo teve 32 participantes, predominando o gênero feminino (77,8%), com idades compreendidas entre 30 e 55 anos. A maioria é casada (62,5%) e tem estudos universitários (37,5%) ou pós-graduação (50%). A idade média da criança foi de 8 anos e a sobrecarga total do cuidador informal teve em média um score de 61.21. Conclusão: verificou-se alta prevalência de percepção de sobrecarga entre os cuidadores informais (61-severa), tendo essa sobrecarga uma influência negativa na qualidade de vida destas pessoas, exigindo intervenção de enfermagem. ABSTRACT 1 Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta na Universidade Fernando Pessoa. Porto, Este artigo está licenciado sob forma de uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional, que permite uso irrestrito, distribuição e reprodução em qualquer meio, desde que a publicação original seja corretamente citada.
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Ferreira Moreira, M. T., Novo Lima, A. M., & Guerra, M. (2020). Sobrecarga do cuidador informal de crianças com transtorno do espectro do autista. Journal Health NPEPS, 5(1), 38–51. https://doi.org/10.30681/252610104200
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