Abstract
O artigo faz uma reflexão acerca dos limites para a consolidação de articulações institucionais entre municípios integrantes de espaços metropolitanos no Brasil. Discorre sobre o anacronismo dos instrumentos tradicionais de planejamento e gestão urbana, agravado ante a criação de novos instrumentos voltados a incrementar a competitividade dos municípios por meio de estratégias empresariais orientadas à produção global do espaço. Coloca em evidência o “jogo escalar” propugnado pelo discurso hegemônico, impregnado por um padrão localista de políticas públicas, mostrando a importância do enfrentamento dos obstáculos das ações públicas que transcendem os limites do “local”. Conclui reforçando a idéia da constituição de pressupostos para a gestão metropolitana, tendo em vista um cenário político mediado por complexas relações transescalares em oposição à hegemonia institucional municipalista.
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Korin, T., & Moura, R. (2004). METROPOLIZAÇÃO E GOVERNANÇA URBANA: RELAÇÕES TRANSESCALARES EM OPOSIÇÃO A PRÁTICAS MUNICIPALISTAS. GEOUSP: Espaço e Tempo (Online), (16), 17. https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2004.73953
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