Abstract
Mediante o exame de duas canções de Caetano Veloso de fins da década de 1960 — “Eles” (1968) e “A voz do morto” (1968) —, pretendo compreender como elas revelam o luto aos preceitos caros à esquerda e à política cultural vinculada ao nacional-popular. Por fim, na descrição da crítica de Roberto Schwarz ao tropicalismo e a Caetano Veloso, demonstro como as questões percebidas pelo crítico dialético — por meio da análise do livro de memórias de Caetano Veloso — já estavam expressas no cancioneiro do artista em fins dos anos 1960.
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Santos, D. V. dos. (2015). A formalização da derrota: sobre “Eles” e “A voz do morto”, de Caetano Veloso. Revista Do Instituto de Estudos Brasileiros, (61), 56. https://doi.org/10.11606/issn.2316-901x.v0i61p56-81
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