Abstract
O avanço nas pesquisas em sambaquis, apoiadas especialmente nos processos de formação, tem revelado a presença recorrente de elementos arquiteturais indicando que alguns destes sítios possuem certo tipo de arquitetura funerária. Parte destes elementos arquiteturais são os sepultamentos que impulsionam e ordenam o processo construtivo através dos sucessivos eventos que integram o ritual funerário. Este artigo sintetiza os recentes estudos nesta linha interpretativa e discute algumas de suas implicações.
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Gaspar, M., Deblasis, P., & Biachini, G. (2018). Corpos e montes: arquitetura da morte e do modo de vida dos sambaqueiros. Revista Memorare, 5(1), 264. https://doi.org/10.19177/memorare.v5e12018264-282
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