Abstract
Antes do uso da expressão “competência digital” se tornar pervasivo na literatura e na prática em Educação, outras expressões tiveram uso corrente, como literacia/letramento digital, habilidades tecnológicas (tech skills) ou competências em tecnologias da informação e da comunicação (TIC). Ainda que distintas na especificidade, todas estas terminologias procuravam alertar para uma dimensão comum: a necessidade de se considerar atenta, séria, produtiva e criticamente conhecimentos e habilidades associadas ao uso proficiente das soluções tecnológicas que, de forma cada vez mais ubíqua, medeiam as práticas sociais contemporâneas. Um alerta particularmente importante que as várias nações têm vindo a salientar de força crescente e que a recente situação pandémica fez vociferar. No contexto educativo, vários referenciais têm vindo a tratar do tema, seja os ISTE (ISTE, 2023) Standards for students (1998; 2007; 2016) ou ISTE Standards for teachers (2000; 2008; 2017) ou o modelo TPACK (Koehler & Mishra 2009; Mishra & Koehler, 2006; 2008), os quais envolvem orientações para a incorporação de tecnologias no processo de ensino e aprendizagem, seja o UNESCO ICT Competency Framework for Teachers (ICT-CFT) (UNESCO, 2011; 2018) o qual, por sua vez, apresenta padrões de competência em TIC para professores.
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Pedro, N., Mattar, J., & Santos, C. (2023). Competências digitais e do século XXI. Revista de Estilos de Aprendizaje, 16(31), 1–3. https://doi.org/10.55777/rea.v16i31.5404
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