Abstract
O artigo discute a experiência de embaralhamento de fronteiras entre o espaço público e o espaço privado, de um lado, e, de outro, entre o adulto e a criança, com decisivas e, talvez, catastróficas conseqüências para a permanência de um mundo comum e sua transmissibilidade. A relação entre escola e cidadania serve como fio vermelho desta discussão que, em um de seus argumentos centrais, discorda da existência de algo que chamamos de "aluno-cidadão" para, no final, ensaiar uma breve nota sobre uma escola ("conservadoramente") democrática.This paper discusses the experience of erased frontiers between public and private spaces, on the one hand, and between adults and children, on the other, which encompasses decisive, if not catastrophic consequences on the permanence of a common world and its transmissibility. The relationship between school and citizenship comes as the unifying thread in this discussion whose main argument denies the existence of the so-called "student-citizen". Finally, it brings forward a brief note on a (conservative) democratic school.
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Brayner, F. (2001). Da criança-cidadã ao fim da infância. Educação & Sociedade, 22(76), 197–211. https://doi.org/10.1590/s0101-73302001000300011
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