Abstract
A proposta deste artigo é, a partir da reunião de focos correlatos de pesquisas, esboçar, no panorama americano dos anos 1930 e 1940, o interesse que tinham o brasileiro Mário de Andrade, o teuto-uru- guaio Francisco Curt Lange, e o norte-americano Carleton Sprague Smith no Americanismo musical. Trazendo à luz a correspondência escrita desses três musicólogos e passando pela atuação de Oneyda Alvarenga, visa-se expor a preocupação com a documentação sonora àquela época, em que se enfatizou a criação de discotecas públicas como suporte ao conhecimento musical, na América, bem como lançar um olhar sobre ações de pessoas ligadas a instituições públicas, seus perfis, ora parecidos, ora distantes, seus interesses, ao mesmo tempo comuns e difusos, naquele cenário histórico e político.
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Toni, F. C., & Carozze, V. M. (2013). Mário de Andrade, Francisco Curt Lange e Carleton Sprague Smith as discotecas públicas, o conhecimento musical e a política cultural. Revista Do Instituto de Estudos Brasileiros, 0(57), 181. https://doi.org/10.11606/issn.2316-901x.v0i57p181-204
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