Abstract
O presente trabalho teve como objetivo avaliar o uso de biocomposto à base de lodo de esgoto na produção de mudas, em que foi selecionado o tomateiro Solanum lycopersicum (cv. Santa Adélia) para execução dos experimentos. Inicialmente foi realizada análise química do biocomposto e misturas, assim como do substrato comercial e do solo combinado com substrato orgânico comumente utilizado (esterco curtido). O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e quatro repetições. Utilizou-se como tratamentos: 1 – Mistura de solo + Esterco bovino curtido (proporção 3:1); 2 – Mistura de solo + composto (proporção 3:1); 3 –Mistura de solo + composto (proporção 2:2); 4 - composto puro; 5 – substrato comercial Plantimax® puro. Foram feitas avaliações morfológicas: altura da planta; diâmetro do caule; número de folhas; massa seca da parte aérea aos 15, 30 e 45 dias após o plantio. Com as doses utilizadas não foi possível estimar a quantidade adequada de biocomposto para o máximo desenvolvimento das mudas, mas o uso do biocomposto favoreceu o crescimento das plantas. O tratamento 5 proporcionou o menor desenvolvimento dentre os tratamentos. O tratamento com 100% de biocomposto proporcionou a melhor média dos atributos morfológicos avaliados, e o aumento da dose do composto, tratamentos 2 – Solo + composto (proporção 3:1); 3 – Solo + composto (proporção 2:2) até o tratamento 4 - composto (proporção 0: 4), proporcionou um aumento na qualidade de desenvolvimento das mudas. Os resultados foram significativos e estatisticamente diferentes entre si, quanto ao número de folhas, diâmetro, altura e massa seca.
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Freitas, R. X. A., & Melo, G. A. (2013). Avaliação do uso de biocomposto de lodo de esgoto como substrato para produção de mudas. Revista Monografias Ambientais, 12(12), 2665–2673. https://doi.org/10.5902/223613087992
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