Abstract
Relações hipsométricas são importantes na obtenção da altura, auxiliando na quantificação do volume de madeira e no conhecimento da estrutura vertical em florestas nativas. Objetivou-se avaliar o desempenho no ajuste de relações hipsométricas na Floresta do Rosal, Guaçuí-ES, ao estratificar os dados por espécie, parcela e classe de diâmetro, utilizando oito modelos hipsométricos, selecionados com base no coeficiente de determinação ajustado (R2 ajust), no erro padrão da estimativa relativo (Syx %) e na análise dos resíduos. O Teste F de Graybill foi aplicado para verificar identidade entre as formas de ajuste. Para o ajuste sem estratificação, o modelo selecionado foi o de Trorey, com R2 ajust de 0,76 e Syx % de 21,23. Considerando-se os ajustes realizados conjuntamente em cada estratificação, estes foram mais precisos em relação ao ajuste geral, com destaque para a estratificação por espécie, que forneceu valores de R2 ajust de 0,82 e Syx % de 18,26. Porém, pelo Teste F de Graybill, as estimativas de altura total para as três formas de estratificação não diferiram daquelas obtidas sem o uso de estratificação. ABSTRACT:
Cite
CITATION STYLE
Curto, R. D. A., Loureiro, G. H., Môra, R., Miranda, R. O. V. de, Péllico, S., & Silva, G. F. da. (2014). Relações hipsométricas em floresta estacional semidecidual. Revista de Ciências Agrarias - Amazon Journal of Agricultural and Environmental Sciences, 57(1), 57–66. https://doi.org/10.4322/rca.2013.066
Register to see more suggestions
Mendeley helps you to discover research relevant for your work.