Abstract
Resumo A leishmaniose tegumentar americana, conhecida popularmente como úlcera ou ferida de Bauru, é uma doença infecciosa e não-contagiosa que possui cura. É causada pela transmissão de protozoários pela picada do mosquito fêmea infectado, sendo caracterizada pelo aparecimento de pápulas em uma ou várias regiões da pele e/ou mucosas preferencialmente na cavidade nasal, faringe, laringe e oral, que evoluem para úlceras bem definidas com bordas altas, fundo granuloso, com ou sem exsudação, sendo geralmente indolores. No Brasil, essa doença ainda é negligenciada, podendo não afetar somente o ser humano, mas alguns animais domésticos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a leishmaniose causa entre 20 e 30 mil mortes por ano e ainda não existe uma vacina para humanos, somente para animais. Esse trabalho teve por objetivo pesquisar diferentes formas de tratamento da leishmaniose além da convencional. A pesquisa se baseou na busca de referências bibliográficas utilizando palavras-chaves nos bancos de dados eletrônicos do Google Acadêmico e SciElo, sendo considerados trabalhos publicados em português. O tratamento principal da doença demonstra possuir alta toxicidade para os que fazem o uso, com efeitos colaterais que podem ser agravados ao longo do tratamento, esse que consiste em diversas injeções, sendo assim muito incômodo. Concluindo que até os dias de hoje a leishmaniose continua sendo uma doença negligenciada, e que existem poucas formas de tratamentos, onde
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Figueira, L. de P., Soares, F. V., Farias Naiff, M. de, Da Silva, S. S., Espir, T. T., Pinheiro, F. G., & Ramos Franco, A. M. (2014). DISTRIBUIÇÃO DE CASOS DE LEISHMANIOSE TEGUMENTAR NO MUNICÍPIO DE RIO PRETO DA EVA, AMAZONAS, BRASIL. Revista de Patologia Tropical, 43(2). https://doi.org/10.5216/rpt.v43i2.31137
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