O ensino do pensamento computacional como forma de inclusão tecnológica e motivação de crianças

  • Rodrigues G
  • Sousa L
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Abstract

This paper is about the realization of a deployment of computational thinking with children from 8 to 12 years old. Objectifying to motivate them to develop cognitive aspects and to promote technological inclusion. Toward to be able to understand the concepts presented, the course was developed with two methodologies: Umplugged Computing and Code.org. The results indicates that the insertion of this strategy in the school routine will help children in the capacity of abstraction and problem solving. Resumo. Este artigo trata sobre a realização de uma oficina de fundamentos do pensamento computacional realizada com crianças de 8 a 12 anos com o objetivo de motivá-las a desenvolverem aspectos cognitivos e promover a inclusão tecnológica. Para que fosse possível a compreensão dos conceitos apresentados, o curso foi desenvolvido com duas metodologias: a Computação Desplugada e o Code.org. Os resultados apontam que a inserção desta estratégia no cotidiano escolar ajudará na capacidade de abstração e de resolução de problemas. Introdução Os nascidos depois dos anos 2000 são considerados nativos digitais, pois nasceram quando as tecnologias digitais já estavam popularizadas, sendo fácil ter acesso a elas. Eles entendem a informação de forma diferente, suas experiências e interações sociais ocorrem mais no mundo virtual que no mundo físico, sendo que a identidade pessoal é construída pelas características pessoais, interesses e atividades. (PALFREY E GASSER, 2011). Na Era Digital a quantidade de informações compartilhadas gira em torno de bilhões de gigabytes disponíveis na rede, entretanto quanto é possível absorver dessas informações em termos cognitivos ou com que qualidade elas são compreendidas? É importante desenvolver os fundamentos da computação em crianças que vivem em sociedades que tenham esse perfil, pois o uso deles implica novas formas de pensar e pode auxiliar aqueles que possuem dificuldades de aprendizagem e possibilitar a sua inclusão tecnológica. Costa (2012) afirma que o público infantil possui contato com máquinas e seus recursos, mas não detém conhecimento de conceitos da área da Computação. Considerando isso, formulou-se uma proposta de curso que pudesse desenvolver fundamentos da computação em crianças de 8 a 12 anos.

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Rodrigues, G., & Sousa, L. (2017). O ensino do pensamento computacional como forma de inclusão tecnológica e motivação de crianças. In Anais do XXVIII Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (SBIE 2017) (Vol. 1, p. 1784). Brazilian Computer Society (Sociedade Brasileira de Computação - SBC). https://doi.org/10.5753/cbie.sbie.2017.1784

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