Abstract
A evolução dos estudos sobre a ambiência na avicultura de corte tem alcançado patamares notáveis no que diz respeito às informações sobre a qualidade do ar, o ambiente térmico, acústico e lumínico nas diferentes fases de criação de frangos de corte. No entanto, pouca preocupação é dada à fase entre a retirada do animal da granja e o abate, ou seja, o manejo pré-abate, o que explica a elevada proporção de perdas produtivas nesta etapa. As informações sobre as condições ideais são escassas, principalmente considerando as condições climáticas críticas em regiões tropicais, como é o caso do Brasil. Consequentemente, as perdas por mortalidade pré-abate podem ultrapassar 1% ao longo do ano, resultando em grande prejuízo para todos os segmentos da cadeia avícola. Visando a redução de perdas nas operações pré-abate de frangos de corte, o levantamento de estudos e informações úteis é necessário, para que seja possível a padronização de procedimentos de manejo. O objetivo desta revisão é abordar pontos importantes que possam nortear a redução de perdas no manejo pré-abate da avicultura de corte, no que diz respeito aos fatores que influenciam nas perdas por mortalidade, no transporte de frangos da granja até o abatedouro, na espera no abatedouro e as principais soluções científicas desenvolvidas na ambiência e logística avícola.
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Silva, I. J. O., & Vieira, F. M. C. (2009). Ambiência animal e as perdas produtivas no manejo pré-abate: o caso da avicultura de corte brasileira. Archivos de Zootecnia, 59(232), 113–131. https://doi.org/10.21071/az.v59i232.4910
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