Abstract
O objetivo deste artigo consiste em comparar os resultados de dois métodos para o dimensionamento do reservatório de água pluvial sugeridos na norma brasileira NBR 15527/2007 e o programa computacional Netuno. Foram calculados os volumes de reservatório para residências em três capitais brasileiras, Belo Horizonte, Recife e Rio Branco, escolhidas por apresentarem características distintas de precipitação. Utilizaram-se, para tanto, dados de três estações pluviométricas com base temporal comum de 44 anos, entre janeiro de 1970 e dezembro de 2014. Observou-se haver maior ou menor dispersão dos resultados entre os métodos de dimensionamento, conforme o regime pluviométrico de cada município. Para o caso do município de Recife (PE), constatou-se não haver tanta discrepância entre os resultados para baixas demandas de água para fins não potáveis, tal como aquele que foi avaliada no presente trabalho. Os métodos que consideram as características de demanda, média de precipitação e área de coleta, como é o caso do Método da Simulação, aparentemente são mais robustos e confiáveis no dimensionamento do volume do reservatório de água pluvial.
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PAULA DE GODOY LOPES, A., & AUGUSTO DE MIRANDA, D. (2016). Análise Crítica De Métodos Para Dimensionamento De Reservatórios De Água Pluvial Estudo Comparativo Dos Municípios De Belo Horizonte (Mg), Recife (Pe) E Rio Branco (Ac). Scientia Cum Industria, 4(2), 87–91. https://doi.org/10.18226/23185279.v4iss2p87
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