Abstract
A diabetes mellitus (DM) apresenta altos índices de mortalidade; mesmo com os investimentos do Ministério da Saúde (MS),observa-se baixa adesão ao tratamento medicamentoso por diabéticos no Brasil, acarretando altos custos ao sistema desaúde. Assim, esta pesquisa teve por objetivo avaliar a prevalência de adesão ao tratamento medicamentoso por diabéticos eseus fatores correlacionados no Norte do Brasil. Recorreu-se ao método descritivo, analítico e quantitativo, baseado na aplicaçãode questionário semiestruturado e instrumentos de avaliação da adesão – os testes de Batalla e o de Morisky-Green. Dentreos entrevistados (n = 114) identificou-se: maior prevalência de DM em idosos (± 62,17 anos), mulheres (78,00%), indivíduoscasados (40,35%), indivíduos com baixa escolaridade e renda familiar < 1 salário-mínimo (63,16%). O tempo de diagnóstico foide 8,28 ± 7,75 anos. O teste de Batalla indicou 29,82% de adesão e o teste de Morisky-Green indicou 27,19% de adesão. Quantoaos fatores que podem interferir na adesão ao tratamento, observou-se que 87,10% têm cumprido o intervalo entre as consultasmédicas, 58,06% apresentam comorbidades e 90,32% não participam de grupos de apoio. Esta pesquisa busca contribuir com odesenvolvimento de estratégias de promoção à saúde por meio de políticas públicas.
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Almeida Costa Barreto, T. M. de, Jennifer Silva Rodrigues, L., Da Costa Maciel, J., Maria Sampaio, D., & Barreto, F. (2018). PREVALÊNCIA DE ADESÃO AO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO POR DIABÉTICOS NO NORTE DO BRASIL. SANARE - Revista de Políticas Públicas, 16(2). https://doi.org/10.36925/sanare.v16i2.1174
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