Abstract
Modelos podem ser usados para investigar uma série de assuntos relacionados à produção vegetal, seja para facilitar o entendimento quanto ao comportamento da cultura dentro de seu contexto ambiental, explorar seu potencial produtivo sob certas condições, verificar hipóteses, melhorar o conhecimento de processos, estimular a integração interdisciplinar, predizer o comportamento de um sistema ou ser utilizado como ferramenta de gerência e tomada decisória. Como vantagens, lhes são atribuídos o custo menos oneroso do que experimentos convencionais que, cada vez mais, possuem um elevado custo de instalação, manutenção e obtenção dos dados - sem, no entanto ter a pretensão de substituí-los -, a velocidade na obtenção de resultados, o uso em diferentes escalas e a criação de cenários alternativos. Suas limitações abrangem a dificuldade na validação de modelos já existentes, alto custo de obtenção de alguns dados, como por exemplo, séries meteorológicas, variabilidade espacial e seleção de dados de entrada. Muitas são as formas de avaliar o desempenho de um modelo e, por vezes, deduções errôneas são tiradas, descaracterizando a utilização desta ferramenta. O uso da modelagem em agricultura ainda é bastante incipiente no Brasil, quando comparado a outros países. Este estudo tem como objetivo abordar alguns dos principais conceitos e mecanismos de modelagem em agricultura, com o intuito de contribuir e estimular as pesquisas, ainda escassas nessa área, e sua difusão.
Cite
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Corrêa, S. T. R., Lorençoni, R., Dourado Neto, D., Scarpare, F. V., Vivian, R., & Ruiz, E. T. (2013). APLICAÇÕES E LIMITAÇÕES DA MODELAGEM EM AGRICULTURA – REVISÃO. BRAZILIAN JOURNAL OF AGRICULTURE - Revista de Agricultura, 86(1), 1. https://doi.org/10.37856/bja.v86i1.75
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