Compulsoriedade da vacinação infantil para COVID-19

  • Moraes Aboin Menequelli A
  • Rodrigues Selhorst A
N/ACitations
Citations of this article
8Readers
Mendeley users who have this article in their library.

Abstract

A Lei n. 13.979/2020 previu a vacinação compulsória para fins de combate à pandemia do coronavírus, tendo sido decidido pelo Supremo Tribunal Federal que vacinação compulsória é distinto de vacinação forçada, devendo ser obtido o consentimento e permitida a sua recusa, podendo ser adotadas, contudo, medidas indiretas. O Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a Covid-19 incluiu a vacinação de crianças a partir dos 12 anos, após aprovação da vacina da Pfizer pela Anvisa. Há, contudo, um embate: quais são os entraves ético-jurídicos colocados frente à compulsoriedade da vacinação infantil? O presente estudo discute dois desses entraves: o processo de consentimento informado versus a compulsoriedade da vacinação, e a ausência de uma política nacional de reparação por efeitos adversos. Conclui-se que o programa de vacinação infantil contra Covid-19 deve garantir segurança necessária à saúde individual, atendendo ao interesse público e da saúde coletiva sem desamparar direitos individuais fundamentais.

Cite

CITATION STYLE

APA

Moraes Aboin Menequelli, A. C., & Rodrigues Selhorst, A. P. (2022). Compulsoriedade da vacinação infantil para COVID-19. Saúde Coletiva (Barueri), 12(73), 9573–9586. https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2022v12i73p9573-9586

Register to see more suggestions

Mendeley helps you to discover research relevant for your work.

Already have an account?

Save time finding and organizing research with Mendeley

Sign up for free