Abstract
Objetivos: Discutir a saúde mental dos estudantes de medicina brasileiros, identificar fatores de risco e o papel das escolas médicas. Métodos: A pesquisa foi realizada por meio de descritores associados à saúde mental dos estudantes de medicina nas plataformas PubMed, LILACS e Scielo. O acesso ocorreu entre outubro e dezembro de 2020. Foram selecionados 53 artigos dentro dos seguintes critérios: artigos publicados a partir de 2014, transversais ou longitudinais, que avaliaram estudantes de medicina brasileiros quanto à saúde mental. Desses, foram excluídos 34 artigos por não se relacionarem ao tema central. Resultados: Estudantes de medicina exibem pior bem-estar psicossocial do que outros jovens. Existe alta prevalência de desordens como depressão, ansiedade, estresse, síndrome de burnout e abuso de substâncias. Dentre os fatores de risco, mulheres são um grupo de vulnerabilidade. Em relação a morar sozinho, os resultados encontrados foram divergentes. Ademais, há relação entre grade curricular do curso e saúde mental e qualidade de vida. A respeito do método de aprendizagem, há preferência dos estudantes pelo ensino ativo. Considerações finais: Diversos fatores envolvidos na formação médica influenciam diretamente na saúde mental e qualidade de vida dos acadêmicos. Portanto, é importante estabelecer medidas e mecanismos de suporte para esse grupo.
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Ardisson, G. M. C., Andrade, R. de O., Andrião, A. V., Mafra, A. C., Fonseca, M. C. K. L., Amâncio, M. G., … Almeida, M. J. G. G. (2021). Saúde mental e qualidade de vida dos estudantes de faculdades de medicina brasileiras: uma revisão integrativa. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 13(6), e6953. https://doi.org/10.25248/reas.e6953.2021
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