Abstract
Neste texto, discutimos a produção da identidade feminina. Iniciamos com os movimentos de fixação da identidade a partir de discursos essencialistas, que buscam atribuir lugares fixos e estáveis, baseando-se na Biologia e Ontologia. Nestes, os espaços e papéis endereçados a mulheres e homens geralmente são delineados em torno do desempenho de tarefas e funções. Através de um breve percurso teórico, visitamos o processo histórico da construção das identidades de gênero com o intuito de desconstruir os binarismos culturais e problematizar a noção de identidade. Por fim, propomos que a produção de todas as identidades culturais, incluindo a de gênero, ocorre no campo do circuito da cultura, no cruzamento entre fronteiras, produzindo identidades híbridas e irregulares.
Cite
CITATION STYLE
Silva, T. C. M., & Amazonas, M. C. L. A. (2009). Identidade Feminina: Engendrando Espaços e Papéis de Mulher. Revista de Psicologia Da IMED, 1(2), 192–200. https://doi.org/10.18256/2175-5027/psico-imed.v1n2p192-200
Register to see more suggestions
Mendeley helps you to discover research relevant for your work.