Abstract
A obra para ser arte precisa ir além dos ideologemas nela contidos. A própria teoria estética pode ser ideologia, não apenas sendo a propaganda manifesta de uma convicção religiosa, moral ou política, mas também na estrutura profunda: a obra ser considerada arte serve para disfarçar o repasse de crenças e valores, a propaganda de uma escola, nação ou época. Se o transmitido é apenas ideologia, ela precisa ser mais camuflada quando o espírito esclarecido avança. Para conseguir maior objetividade na avaliação das obras precisa-se do método comparativo, examinando as variantes em torno de um tema ou topos.
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Kothe, F. R. (2014). ARTE E IDEOLOGIA. Revista Estética e Semiótica, 4(2). https://doi.org/10.18830/issn2238-362x.v4.n2.2014.01
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