Abstract
O propósito deste artigo é refletir, a partir das contribuições emergentes de uma pesquisa do tipo “estado do conhecimento”, sobre algumas das fragilidades teórico-metodológicas que têm sido identificadas nas pesquisas em educação, quais sejam: a) “sincretismo teórico”, expresso pela falta de rigor teórico e de clareza epistemológica na construção do objeto de estudo e, por consequência, b) dispersão metodológica, considerando que as metodologias de pesquisa nem sempre são orientandas pelas concepções teóricas expressamente adotadas. A partir de considerações acerca da pesquisa educacional no Brasil (CUNHA, 1991; KUENZER; MORAES, 2005; MORAES, 2001; SOUSA; BIANCHETTI, 2007; TIBALLI; NEPOMUCENO, 2006; WARDE, 1990) o tema será desenvolvido tomando como base um estado do conhecimento que visou identificar a gênese e o movimento de constituição da temática “educação e tecnologias” nas teses publicadas em programas de pós-graduação em educação no Brasil, no período de 2008 a 2013.
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Moraes, M. G., & Peixoto, J. (2017). Estado do conhecimento como perspectiva crítica para as pesquisas em educação: “educação e tecnologias” em questão. Reflexão e Ação, 25(3), 321. https://doi.org/10.17058/rea.v25i3.9722
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