Abstract
Os estudos sobre sensemaking ainda têm atraído muitos pesquisadores, sobretudo nas pesquisas de paradigma interpretativista na área de estudos organizacionais. No tocante à Teoria da Aprendizagem Experiencial, Kolb (1984) sugere que as teorias racionalistas e outras teorias cognitivistas tendem a dar importância primordial à aquisição, manipulação e uso de símbolos abstratos, enquanto teorias comportamentais negam qualquer papel da consciência à experiência subjetiva no processo de aprendizado, o que tem levado à construção de uma imagem incompleta de como se dá a aprendizagem. O presente estudo tem como objetivo contribuir para a construção dessa imagem, entendendo o lugar do sensemaking no processo de aprendizagem experiencial, tendo em vista que as propriedades do sensemaking guardam relação com a teoria Kolbiana.
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Garcia, A., & Montenegro, L. M. (2019). FAÇO SENTIDO; LOGO, APRENDO: AS PROPRIEDADES DO SENSEMAKING NA APRENDIZAGEM EXPERIENCIAL. Revista Brasileira de Estudos Organizacionais, 6(3), 573–615. https://doi.org/10.21583/2447-4851.rbeo.2019.v6n3.242
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