Abstract
As quedas são reconhecidas como um importante problema de saúde pública entre os idosos, devido à frequência, à morbidade e ao elevado custo social e econômico. Esta pesquisa teve como objetivo identificar fatores associados com o alto risco de quedas em idosas com bom nível de cognição e equilíbrio de maneira a incluí-las em um programa de fisioterapia preventiva. Pesquisa descritiva, transversal, envolveu sessenta idosas, no município de São Luís, Maranhão, Brasil. Foram aplicados três instrumentos validados no Brasil: o questionário de histórico de quedas, a entrevista Efficacy Scale - International Among Elderly Brazilians (FES-I-Brasil) e o questionário PROMIS Global Health, para avaliar a força muscular, o dinamômetro. Idosas que não sofreram quedas nos últimos seis meses apresentaram maior força muscular dos grupos quadríceps e extensores do tronco e menor medo de quedas, quando comparadas com as que sofreram quedas (t test p≤0,001). Houve correlação significativa negativa entre medo de quedas e força muscular máxima dos grupos extensores do tronco (Spearman rho= -0,546, p
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Lacet Vieira, J. N., Rêgo, A. S., Giani, T. S., & Dapueto, J. J. (2017). Fatores de risco associados a quedas em idosas: um enfoque preventivo. Revista Brasileira de Ciências Do Envelhecimento Humano, 14(1). https://doi.org/10.5335/rbceh.v14i1.6378
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