Abstract
Objetivo: Apresentar os dispositivos disponíveis no mercado até o momento, informar sobre as substâncias utilizadas e quais os possíveis riscos associados ao uso. Revisão bibliográfica: Os cigarros eletrônicos surgiram no mercado no início dos anos 2000, e desde então são cada vez mais populares em todo o mundo. Mesmo quando não contém tabaco, esses dispositivos podem ser nocivos à saúde, sendo também a sua importação, promoção e venda proibida em território nacional. O escopo teórico de dados encontrados na literatura, apesar de ainda em construção, apontam invariavelmente para danos e sequelas causadas pelo uso de cigarros eletrônicos. Considerações finais: O combate ao cigarro eletrônico é um grande desafio no Brasil, já que se tem poucos dados sobre seu uso, tanto pela falta de fiscalização quanto a venda, importação/contrabando e uso em ambientes livres de Tabaco. Acredita-se que políticas públicas de saúde devam ser fortalecidas estabelecendo medidas estratégicas que possam mitigar as consequências associadas ao uso desses dispositivos, como os inúmeros casos de EVALI e a crescente incidência de tabagismo juvenil.
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Frizon, A. B., Trillo, M. L. N., & Sousa, L. A. P. de. (2022). Cigarro eletrônico. Revista Eletrônica Acervo Médico, 20, e11425. https://doi.org/10.25248/reamed.e11425.2022
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