Atipias de Células Escamosas de Significado Indeterminado (ASCUS): estudo de 208 Casos

  • Eleutério Junior J
  • Cavalcante D
  • Dias M
  • et al.
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Abstract

Objetivos: avaliar aspectos clínicos, colposcópicos e acompanhamento citológico de quadros classificados como atipias de células escamosas de significado indeterminado (ASCUS). Métodos: foram analisados retrospectivamente 208 casos de ASCUS diagnosticados entre 1996 e 1998 e tabulados quanto a idade, queixas clínicas, colposcopia e seguimento. Resultados: a relação ASCUS:lesão intra-epitelial escamosa foi de 1:1,2, confirmando adequado controle de qualidade. Pacientes com menos de 35 anos corresponderam a 72,6% dos casos. Um grande número não tinha queixas clínicas (36,5%). Nos casos em que foi realizada colposcopia (n = 58), a zona de transformação atípica foi observada em 60%. A subclassificação das ASCUS em provavelmente displásico (D), provavelmente reativo (R) e não-determinado (U) indicou predominância do primeiro (65%). O acompanhamento de 86 pacientes mostrou que, após 3 a 6 meses (média de 4,5 meses), em 12,5% foi possível detectar citologicamente uma lesão intra-epitelial escamosa. Conclusão: com base nos resultados deste trabalho foi possível concluir que as ASCUS incidem em mulheres jovens, com queixas clínicas corriqueiras e apresentam correlação colposcópica positiva. Nestes casos o acompanhamento citológico se faz imprescindível para esclarecimento de lesão intra-epitelial escamosa subjacente ou subseqüente.

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Eleutério Junior, J., Cavalcante, D. I. M., Dias, M. T. M. P., Alves, R. M., Queiroz, G. C., & Proença, A. R. (2000). Atipias de Células Escamosas de Significado Indeterminado (ASCUS): estudo de 208 Casos. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 22(3), 135–139. https://doi.org/10.1590/s0100-72032000000300003

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