Abstract
Um "quadro de análise", construído com as teorias do imaginário, da complexidade e da culturanálise de grupos, para a interpretação do fenômeno da violência, é a base dos apontamentos aqui registrados. São reflexões sobre o caráter paradoxal do fenômeno, apoiadas na parte teórica de pesquisa sobre as representações - imagens e símbolos - da violência nas escolas, ampliadas com as constatações empíricas da perplexidade e despreparo dos educadores para "negociar" com ele. Relaciona violência com a ausência de "alteridade", a presença de "etnocentrismos" e o "colonialismo cognitivo" na escola e nos processos educativos.
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Loureiro, A. M. L. (1999). Violência: paradoxos, perplexidades e reflexos no cotidiano escolar. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, 3(5), 51–60. https://doi.org/10.1590/s1414-32831999000200006
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