Civilizar a infância na Renascença: estratégia de distinção de classe

  • Boto C
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Abstract

O presente artigo tem por objetivo abordar o tema da educação no âmbito da Renascença. Nesse sentido, partese da hipótese segundo a qual se desenvolvia na época um dado ‘processo civilizador’ (Norbert Elias). Paratanto seria imprescindível empreender um projeto pedagógico. A partir de uma revisão da literatura, que proporcionou o estabelecimento diálogo com a história social – principalmente à luz da referência teórica de P.Ariès e de Norbert Elias –, a presente pesquisa procurou identificar indícios relativos aos modos de ver a criança e sua educação. Procurou-se, em textos da época, bem como na bibliografia, o reconhecimento da particularidade da infância nos tempos da Renascença. Mais do que isso, buscou-se reconhecer vestígios de escolas daquele tempo; e as estratégias mediante as quais a educação tencionava efetivamente transformar a criança em aluno. Os autores estudados são, nesse sentido, alguns dos principais teóricos representantes do humanismo: Erasmo, Montaigne e Vives.  Procurar-se-á, pela leitura de alguns fragmentos de suas obras, reconstituir imagens de criança, de educação e de escola que circulavam no imaginário europeu da Renascença.

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Boto, C. (1970). Civilizar a infância na Renascença: estratégia de distinção de classe. Revista Tempos e Espaços Em Educação. https://doi.org/10.20952/revtee.v0i0.2208

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