Abstract
O presente trabalho discute as possibilidades da política participativa de planejamento urbano, com a alteração do equilíbrio de forças sociais consolidadas em matéria urbana. A análise recupera a experiência dos dois governos do PT em Santos, no período 1989-96, identificando as estratégias que orientaram as relações entre o Executivo municipal e os grupos sociais ligados à produção imobiliária urbana. O governo Telma de Souza priorizou a questão fundiária, e as relações com esses grupos, pautadas pelo confronto, evoluíram para o impasse, interrompendo-se o processo da política. O governo David Capistrano Filho priorizou o fomento das vocações econômicas locais, e as articulações com o setor da construção urbana permitiram formular uma alternativa negociada de política.
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CARVALHO, S. N. D. (2001). PLANO DIRETOR EM SANTOS: POLÍTICA NEGOCIADA. São Paulo Em Perspectiva, 15(1), 121–134. https://doi.org/10.1590/s0102-88392001000100014
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