Abstract
Com alguns exemplos no exterior e no Brasil, compara-se ao comportamento de nossa comunidade científica, e pode-se perceber o que nos falta, ou o que temos de aprender, para que o ensino de ciências sociais rompa precon- ceitos internos e com isso alargue suas fronteiras e conquiste legitimidade para além dessas fronteiras. Discute-se a formação do pesquisador, do professor de nível superior e da educação básica, do técnico e do administrador público que os cursos de ciências sociais vêm efetivando. Formação essa que não passa apenas por esses cursos, mas que depende também da presença do ensino das ciências sociais no nível médio. Deve-se entender a função desse nível de ensino marcada pelo slogan formar o cidadão crítico ou se pode reconhecer sua potencialidade para a produção de talentos ou revelação de vocações? A intervenção da comunidade científica mais ampla na explicitação dos obje- tivos do ensino médio, e dentro desta os cientistas sociais, é condição para que os cursos superiores ultrapassem dois limites de sua democratização: o elitismo e a evasão. Palavras-chave:
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Moares, A. C. (2015). O QUE TEMOS DE APRENDER PARA ENSINAR CIÊNCIAS SOCIAIS? Perspectiva Sociológica: A Revista de Professores de Sociologia, 0(3). https://doi.org/10.33025/rps.v0i3.428
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